terça-feira, 14 de outubro de 2008

Nem "como" e nem "quanto"

Estava eu visitando alguns blogs e achei um comentário intrigante na página do jornalista londrinense Fábio Silveira, que foi escrito por um tal de Antero.
O Antero faz uma análise sintética em cima das promessas de campanha e questiona a importância de se cobrar dos candidatos o "como" e o "quanto" vão custar as suas promessas.
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Este tipo de cobrança ficou bastante evidente durante o primeiro turno em Londrina, com alguns veículos de comunicação insistindo em saber dos candidatos a prefeito como e quanto vão custar certas obras.
Veja o que o Antero escreveu:

"Não importa "como" e "quanto" vai custar a escola em tempo integral, as casas populares, etc... O que importa é que faça de verdade. Só os covardes pensam no "como".
Kennedy disse que a Amárica iria chegar na Lua, mas não disse como. Muitos riram e criticaram; [Getúlio] Vargas disse que iria criar a Petrobrás, mas não disse como. Muitos riram e criticaram; Juscelino disse que iria fazer Brasília, que implantaria a indústria automobilística e que o Brasil cresceria 50 anos em 5, mas não disse como. Muitos riram e criticaram. (Só vou citar alguns casos)
Sabe, precisamos de gente ousada em Londrina e no Brasil de hoje."

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