segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Telejornais de 2ª linha

Eu não entendo o PGJ, o famoso “Padrão Globo de Jornalismo”. De forma descarada - mas talvez involuntária -, a Globo desqualifica os seus próprios telejornais. Da grade diária da “Vênus Platinada”, gosto muito do verspertino “Jornal Hoje”, apresentado corriqueiramente pelos competentes Evaristo Costa e Sandra Annenberg, mas volta e meia um deles está ausente e o jornal é apresentado solitariamente pelo outro.
O mesmo acontece com o sonolento “Jornal da Globo”, do William Waak e da Christiane Pelajo.
Já o “Bom Dia Brasil” eu, confesso, não sei. Tentei tentei mas, admito, ainda não peguei o hábito de assisti-lo todo santo dia, então eu não posso compará-lo. Eu o pego de vez em quando, só.
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Resumo da ópera: o JH e o JG são claramente encarados pela Globo como jornalismo de “segunda linha”, porque no badalado JN (Jornal Nacional) e no dominical “Fantástico” (são jornalismo de primeira linha?), por exemplo, nunca se vê apenas um apresentador.
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Para mim, um telejornal com apenas um melancólico apresentador é sinal de desprestígio. A apresentação fica sisuda e deprimente.

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