quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O destino conduz aqueles que têm boa vontade, mas empurra os que não têm.


Provérbio chinês

domingo, 20 de setembro de 2009

A persistência realiza o impossível.



provérbio chinês

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

HORA DO RECREIO

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ufanismo morreu na praia

Muita gente tem algumas sacadas e observações interessantes. Uma delas a “Folha de Londrina” reproduziu na sua edição de hoje acerca da desclassificação do Londrina Esporte Clube na desprezada Série D do Campeonato Brasileiro.
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Vou pôr na íntegra a nota que saiu no “Informe Folha”. Sobrou até para jornalistas esportivos da cidade:

Futebol de Judas

Na escuridão do Estádio do Café. Vai observando, leitor, se a cidade merece.
  • Um Tubarão que se mixa igual lambari.
  • Precisa ganhar mas joga como se estivesse segurando um empate ou uma vitória. Incrível.
  • Um técnico que não ousa, não manda o time para frente, custe o que custar.
  • Uma torcida que só resolve vibrar no segundo tempo.
  • Uma crônica que comemora o ''quase''.
Comentário de um torcedor ao final do empate domingo na (de novo) escuridão do Estádio do Café.

sábado, 12 de setembro de 2009

O pedestre Briguet e os pedestres

Simplesmente adoro os textos do jornalista e colega Paulo Briguet, do Jornal de Londrina. (Tivera eu as suas habilidades...)
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Sua crônica deste dia 10 fala a respeito da campanha “Pé na Faixa”, que começará a ser realizada para melhorar as violentas estatísticas do trânsito de Londrina.
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A propósito, acho que os motoristas são muito irresponsáveis sim, mas também acho que os pedestres têm muita parcela de culpa, principalmente quando vai atravessar uma via fora da faixa de (in)segurança e quando não atravessa uma movimentada rodovia ou avenida pela passarela. Deveriam multar os pedestres infratores, oras! Alguém aí já viu pedestre multado?
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Bom, segue abaixo a crônica do Briguet, que pode ajudar ainda mais a esclarecer o tema.

Triste é o trânsito de Londrina

Não gosto de reuniões, mas hoje representei o jornal numa reunião sobre o trânsito da cidade. Fiquei sabendo que Londrina tem 254 mil veículos. Nossa! Há mais carros do que eleitores do Belinati.

Quinze anos atrás, quando estava em outro jornal, comecei um texto com o seguinte comentário: “Triste é o trânsito de Londrina: o pedestre desrespeita a sinalização, mas a sinalização também desrespeita o pedestre”.

Triste mesmo é ver que, uma década e meia depois, a situação só piorou. E digo isso como representante do nível mais baixo da cadeia alimentar do trânsito: o pedestre.

Sou pedestre porque não sei dirigir – nem a mim mesmo, muito menos automóvel.

As autoridades do assunto vão iniciar uma campanha de respeito à faixa de pedestres. Têm o meu apoio. O foco da campanha, apresentado ontem, é excelente e inteligente. A faixa faz o pessoal perder um tempinho? Faz, mas vale a pena. Como dizia o Seu Briguet, “é melhor perder um minuto na vida do que a vida num minuto”.

Mas não basta a pessoa respeitar a faixa; a faixa também tem que respeitar a pessoa. Há algumas faixas em Londrina que francamente. Uma delas foi capa do JL outro dia: na esquina da Goiás com a JK. Na verdade, trata-se de meia faixa. Vai só até o canteiro central da avenida. É como se a CMTU dissesse ao transeunte: “Daqui pra frente, pode se virar que você não é quadrado, filhão!”

Um dos mais arraigados costumes do motorista pé-vermelho – não dar seta quando vira a esquina – leva o pedestre a passar longe de certas faixas. O sujeito pensa: “Se o motorista não liga para a faixa e não dá seta quando vira, eu vou atravessar alguns metros adiante para não ser atropelado”. O pedestre, compreensivelmente, não quer morrer dentro da regras. Às vezes, prefere burlar algumas regras para não morrer. Respeito à faixa de pedestres é bom e a gente gosta. Mas todo mundo tem que respeitar, caso contrário não vira.

Há pedestres que arriscam a vida atravessando rodovias onde há passarelas. Se o motivo de não utilizar a passarela é a preguiça de andar mais um pouco, o pedestre está erradíssimo. Se o motivo de não utilizar a passarela é evitar um assalto, dou-lhe o benefício da dúvida. Às vezes é melhor ficar com um atropelamento duvidoso do que com um assalto certo.

Aqui na frente da RPC, todos os dias vemos motoristas e motociclistas furando o sinal vermelho. O sinal luminoso para pedestres foi apelidado de Usain Bolt: só o corredor jamaicano consegue atravessar a avenida a tempo. Pobre pedestre, que nem padroeiro tem. O dos motoristas é São Cristóvão. Quem não tem carro fica sem santo?

De qualquer modo, a iniciativa da campanha é elogiável; espero que dê bons frutos. De minha parte, já dei vexame: ao sair da reunião, pensando na morte da bezerra e nesta crônica, atravessei fora da faixa, sem motivo algum. Bonito, hein, Briguet? Pelo menos eu não dirijo, São Cristóvão!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Uma ponte nunca atravessada é
como uma vida nunca vivida.





Provérbio chinês

terça-feira, 8 de setembro de 2009

HORA DO RECREIO

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sábado, 5 de setembro de 2009

Classificação para Copa? só em 2017

Brasil 3 x 1 Argentina.
Sabe quando o Brasil agora vai se preocupar com classificação para uma Copa do Mundo? Só no longínquo ano de 2017.

BRASIIILLLL!!!!

Pelo controle efetivo das ONGs

O editorial da “Folha de Londrina” de hoje aborda, com bastante propriedade, a problemática dos recursos públicos destinados às chamadas Organizações Não-Governamentais – que na prática mais parecem Organizações “Neo” Governamentais.
Tenho muitas restrições a este sistema de gestão.
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A suspeição sobre muitas ONGs não é de hoje neste blogue. Já foi abordada duas vezes: uma em torno da análise feita pelo ex-prefeito do Rio, César Maia, e outra em torno da Proposta de Emenda à Constituição citada pelo deputado estadual paranaense Durval Amaral (DEM).
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Mas a Folha de Londrina colabora bastante com a opinião pública quando fala que precisamos aplicar eficientes instrumentos de fiscalização.
Ela também diz da necessidade de transparência nas contas e do “contínuo controle” do repasse dos recursos públicos.
De quebra, propõe um disciplinamento mais rigoroso do sistema.
Leia lá e confira.

Chorei de tanto rir

Há um ano e meio troquei o programa Noiva 1.0 pelo Esposa 1.0 e verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado Bebê.exe, que ocupa muito espaço no HD.

Por outro lado, o Esposa1.0 se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo.

Aplicativos como Cerveja_Com_, A_Turma 0.3, Noite_De_Farra 2.5 ou Domingo_De_Futebol 2.8, não funcionam mais, e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente.

Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (vírus) chamado Sogra 1.0 aparece, encerrando abruptamente a execução de um comando. Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo Esposa 1.0 quando estou rodando meus aplicativos preferidos.

Sem falar também que o programa Sexo 5.1 sumiu do HD.

Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o Noiva 1.0, mas o comando Uninstall.exe não funciona adequadamente.

Poderia ajudar-me? Por favor!

Ass: Usuário Arrependido

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RESPOSTA:

Prezado Usuário,

Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão Noiva 1.0 para Esposa 1.0 com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário.

Entretanto, o Esposa 1.0 é muito mais do que isso: é um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema!

É quase impossível desinstalar Esposa 1.0 e voltar para uma versão Noiva 1.0, porque há aplicativos criados pelo Esposa 1.0, como o Filhos.dll, que não poderiam ser deletados, também ocupam muito espaço e não rodam sem o Esposa 1.0.

É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao Noiva 1.0 porque Esposa 1.0 não foi programado para isso.

Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar a Noiva Plus ou o Esposa 2.0, mas passaram a ter mais problemas do que antes (leia os capítulos 'Cuidados Gerais' referente a 'Pensões Alimentícias' e ' Guarda das Crianças', do software CASAMENTO.)

Uma das melhores soluções é o comando DESCULPAR.EXE /flores/all assim que aparecer o menor problema ou se travar o micro. Evite o uso excessivo da tecla ESC (escapar).

Para melhorar a rentabilidade do Esposa 1.0 , aconselho o uso de Flores 5.1, Férias_No_Caribe 3.2 ou Jóias 3.3. Os resultados são bem interessantes!

Mas nunca instale Secretária_De_ Minissaia 3.3, Antiga_Namorada 2.6 ou Turma_Do_Chopp 4.6, pois não funcionam depois de ter sido instalado o Esposa 1.0 e podem causar problemas irreparáveis no sistema.

Com relação ao programa Sexo 5.1, esqueça! Esse roda quando quer.

Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o Esposa1.0 a orientação seria: NUNCA INSTALE O ESPOSA 1.0 sem ter a certeza de que é capaz de usá-lo! E jamais instale o Esposa Versão Beta, porque com o seu uso constante ele atualiza automaticamente para a versão definitiva, sem você se dar conta.

HORA DO RECREIO

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Religião deixa a gente conformada?

DA FOLHA DE LONDRINA: “A religião ensinou o povo a ser conformista. Então, temos que ter em mente aquela máxima 'Poderia ser pior'. Você tem que comparar um flagelo com outro pior.”

Você concorda? (opiniao@folhadelondrina.com.br)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Foz é sempre uma festa (?)

Tenho a impressão – talvez seja só impressão – que eventos realizados em Foz do Iguaçu não são lá tão produtivos, e isso vale tanto para a iniciativa privada quanto para a pública.
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De todos os que eu fui, vi ou ouvi falar, a grande maioria do público participante fica, sim, ansiosa, angustiada e na expectativa para entrar no clima paraguaio da cidade vizinha de Cidade de Leste. (Sabe para que, né?)
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Acho que este tipo de abordagem daria uma boa pauta para a imprensa daquela localidade.
Do público convidado para palestras, simpósios ou seminários realizados em Foz, quantos realmente participam intensivamente desses eventos e ficam até o final? Ninguém dá uma “escapadinha” no meio da palestra e vai para o Paraguai?
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Não é por nada não: quando o evento é uma promoção de alguma empresa privada, problema da empresa; mas quando é patrocinado pelo Governo ou por alguma empresa pública, a coisa muda de figura.
Trata-se de uma questão cultural e pessoal de cada participante “público” que se ausenta dessas promoções e viaja até a cidade fronteiriça apenas para festar e aproveitar a oportunidade, mas também é uma questão de responsabilidade dos organizadores. Precisa haver respeito e bom senso no uso do dinheiro público.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Obras do Marco atrasadas

Veja só: neste dia 4 vai fazer dois anos que foi apresentado o projeto arquitetônico do Complexo Marco Zero, na Região Leste de Londrina. Na ocasião, o diretor do escritório paulista Edo Rocha Espaços Corporativos, Edo Rocha, calculou a entrega da primeira fase das obras (praça e shopping) para abril deste ano, embora não desse muita certeza.
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Já se foram cinco meses do prazo final e o que se tem ali são apenas montes e montes de terra revolvida, que servem à bandidagem e à desocupados (veja foto), causando preocupação e medo à vizinhança. Não se pode dizer que já há terraplenagem. Não tem.
E na imprensa local nada sai de justificativa à paradeira.
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Tá certo que de 2007 para cá teve a crise econômica mundial, e isso com certeza deve ter influenciado as contas do investimento, mas, na minha modesta opinião, não precisava atrasar tanto, né? A crise global começou no final do ano passado (2008), isso quer dizer que alguma coisa já deveriam ter erguido ali antes.
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Hoje de manhã, em entrevista à Rádio Paiquerê, o gestor do Grupo Marco Zero, Raul Fulgêncio, alterou o calendário da obra: agora, a promessa é iniciarem as obras até novembro, “o mais tardar”.
Vamos acompanhar.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

HORA DO RECREIO

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