domingo, 18 de julho de 2010

Uma paradinha

Gente, vou ter que dar uma parada com o blogue, não sei por quanto tempo, mas não deverá ser por pouco.
Estamos estudando ampliar as nossas atividades profissionais e isso é importante - acho que você entende, né? Neste caso, terei que usar o tempo que gasto aqui.
Mas não quero dar adeus. Quem sabe daqui a pouco a gente aparece.
Abraços e sucesso!!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

domingo, 11 de julho de 2010

O polvo Paul

Nooossa. Que jogo complicado é este do final de Copa. Acho que teremos que chamar o polvo Paul pra decidir. A previsão ele já fez e tinha dado a Espanha.
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O polvo profeta foi uma das poucas boas surpresas desta Copa.

sábado, 10 de julho de 2010

A vida é o que acontece quando estamos fazendo outros planos.

John Lennon

HORA DO RECREIO

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Como recuperar uma imagem perdida (2)

O caso do goleiro Bruno, do Flamengo, também é outro que mereceria uma tese acadêmica, assim como o caso do padre Sílvio Andrei, que já abordamos aqui.
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O dilema do goleiro deveria ser um tema palpitante para futuros profissionais de comunicação ou de marketing.
Como resgatar a boa imagem que foi perdida? É a pergunta.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Bola fora de jornalistas

Não concordo com os jornalistas que criticam o brasileiro pela sua paixão pelo futebol. Falam mal, dizem que as pessoas não deveriam dar tanta bola assim, que deveriam ser como os argentinos, que mesmo com a sua seleção desclassificada fizeram uma recepção honrada no retorno dos jogadores.
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Eu já acho o contrário. Futebol no Brasil, diferente da Argentina e do resto do mundo, é uma instituição profundamente enraizada na sua cultura, então devemos respeitar e aceitar, e sempre procurar alimentar esta relação.
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Muita gente critica o fato de o brasileiro exigir muito da Seleção, dos seus jogadores e da comissão técnica, que isso não acontece em outros lugares, etc. e tal... Quanta bobagem!!
Tem que cobrar sim, e cobrar muito! Primeiro porque eles ganham muito bem para fazerem o que fazem; segundo, porque eles são os responsáveis pela nossa paixão. Somos, afinal, uma pátria de chuteiras.
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O brasileiro, meu caro, é exigente e está certo. É por isso que somos os únicos com cinco estrelas no peito.

Dunga por Mano

Não deu para Dunga. Infelizmente. A pressão da mídia e dos passionais torcedores o derrubou.
Agora vou torcer para que dê Mano Menezes como o novo comandante. O técnico corintiano já provou a sua capacidade, inclusive uma característica importante para treinadores de seleções: é copeiro.
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Para ganhar uma Copa do Mundo qualquer treinador tem que ser bom em jogos mata-mata. Técnicos especialistas em campeonatos de pontos corridos não valem muita coisa nessas horas.
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Então, vamos lá Manooo!!
(Não vou torcer pelo Felipão porque eu o prefiro no meu time, o Palmeiras. rsrs)

domingo, 4 de julho de 2010

HORA DO RECREIO

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sábado, 3 de julho de 2010

Torcedor contraditório

Veja como o torcedor de futebol é passional e extremamente emotivo: na edição de ontem do dia do jogo do Brasil contra a Holanda, a “Folha de S. Paulo” publicou uma pesquisa do “Datafolha” mostrando que o brasileiro dava 69% de aprovação para o Dunga.
Ontem à noite mesmo, já com as confirmações da derrota e da desclassificação brasileira da Copa, as enquetes dos principais jornais e blogues do país defenestravam o técnico.
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Tá certo que enquetes do gênero não têm valor científico, mas mostra certa tendência. Aposto que se fizerem uma pesquisa agora os resultados serão comprobatórios e invertidos. Na Folha de hoje o próprio editorial do jornal alerta: “O índice [da pesquisa do Datafolha], obviamente, já terá sido a esta altura volatilizado pelos fatos.”
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O torcedor brasileiro é moleque por natureza. Opiniões contraditórias são parte inerente de quem não entende as razões do futebol...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Por que o Brasil perdeu

Depois da desclassificação, ocorrida hoje no começo da tarde, vai começar a caça às bruxas. Com certeza o Dunga será defenestrado e levará toda a culpa, e a imprensa esportiva terá motivos de sobra para criticá-lo, especialmente a Globo.
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Já começo a ver os cronistas esportivos brasileiros procurando os motivos da derrota nos seus programas noturnos...
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Eu assisti ao jogo e, com todo o respeito ao bom futebol da Holanda, acho que o Brasil perdeu para si mesmo. Basta ver o que aconteceu no primeiro tempo da partida.
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Para ganhar um jogo ou um campeonato, todo time tem que estar equilibrado num tripé inviolável: o condicionamento físico, o condicionamento técnico e o condicionamento psicológico.
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Dunga – para quem eu torço para continuar na Seleção – preparou muito bem a equipe nos condicionamentos físicos e técnicos, mas falhou no psicológico. O tripé ficou capenga e a nossa Seleção deu adeus!
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Ao longo da Copa percebemos que o Brasil estava bem preparado fisicamente. Poderia suportar mais de 90 minutos de jogo, em qualquer jogo. Também sentimos que a qualidade técnica estava evoluindo partida após partida, com os jogadores se soltando mais e absorvendo o esquema tático traçado.
Não era a seleção dos sonhos dos brasileiros, é verdade, mas era um time pragmático, de resultados, que é o que importa para se ganhar um torneio de apenas sete partidas.
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O problema foi, mesmo, o aspecto emocional. A nossa seleção não estava preparada, em nenhum momento, para começar o jogo ganhando e sofrer a virada. Não estava. O erro foi aí.
O time fez um primeiro tempo primoroso, mas aos seis minutos do segundo tempo tomou um gol bobo. A derrota aconteceu aí, no gol contra do empate holandês. Com isso, o condicionamento psicológico dos jogadores foi a zero, o emocional ficou abalado e o moral da equipe foi rebaixado. O time entrou em depressão em poucos minutos. O gol da virada do adversário e a expulsão do Felipe Melo foram meras consequências.
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Que o importante condicionamento psicológico sirva de lição para as próximas copas, especialmente para daqui quatro anos. Justamente por ser no Brasil, a Copa de 2014 jogará uma carga emocional muito grande nas costas da nossa seleção, que deverá suportar – e vencer – as inúmeras pressões dos apaixonados brasileiros.